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sábado, 18 de abril de 2009

CARISMA OU RECONHECIMENTO? - II.

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SERRA e seus planos para colocar em prática em 2011. Vade retro, satanás.
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Percebe-se agora o objetivo do sofisma de FHC que é convencer os incautos eleitores de que mesmo não tendo nenhum carisma JOSÉ SERRA pode vencer as eleições de 2010 à presidência da república. Mesmo com todo o carisma LULA não conseguiria eleger a sua sucessora, a ministra DILMA ROUSSEFF.
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Mas não se trata apenas de carisma. FHC quer aí diminuir a importância de LULA junto aos eleitores como se o único mérito dele fosse ser carismático. Ao se declarar signatário ao projeto econômico em prática no país na famosa “Carta ao Povo Brasileiro” LULA conquistou a confiança da maioria dos eleitores do Brasil independentemente de classe social ou minorias.
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Quando assumiu o governo ele introduziu uma prática econômico-política que tem como objetivo retirar da miséria o máximo de cidadãos possível. E não mantê-los na miséria como fez FHC em seus oito anos de governo. Vem daí, e não apenas de carisma a popularidade de LULA. Vencer as eleições em 2010 só será possível se o candidato garantir a continuidade e o aprofundamento das políticas sociais.
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Os projetos ideológicos do PSDB e do DEM nunca foram, e não serão nunca, como os do LULA. A não ser que mintam descaradamente para conseguir vencer as eleições. Aliás, como fez FHC em 1994 pedindo que esquecessem tudo o que ele escreveu e declarando-se, agora, religioso. Porque ser ateu e candidato no maior país católico do mundo são coisas que não dão certo, não teria nenhuma chance. Disse-se, à época, então, católico.
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Eu disse mentira descarada e vou explicar. Por causa de uma entrevista dado ao jornalista BÓRIS CASOY (outro peessedebista imperdenido) na campanha a prefeitura de São Paulo de 1985 - BÓRIS lhe perguntou se ele acreditava em Deus e se já havia fumado maconha quando adolescente, FHC nem confirmou, nem negou - ele perdeu a eleição. Ele se dizia ateu convicto. Mas ele guardou na memória aquela experiência e na primeira oportunidade ele mentiu à nação descaradamente.
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A questão, repito, não é só o carisma, mas a política econômica.
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Um comentário:

Anônimo disse...

Prof. Jair,

Muito bom o seu comentário. Parabéns por lembrar essas coisas que já estavm esquecidas pelo povo brasileiro.