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sábado, 26 de outubro de 2013

DILMA ROUSSEFF: COMO GERAR DESESPERO NOS OPOSITORES FAZENDO O BEM.




Dia 24.10.2013., quinta-feira passada, o Ibope confirmou a tendência de recuperação das intenções de votos pela reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Depois de ter sofrido junto a todos os políticos com mandato no país uma queda tanto na avaliação do governo quanto nas intenções de votos em decorrência das manifestações de junho passado, a presidente Dilma voltou, nos últimos três meses, a ganhar a luta momentânea da eleição do próximo ano.

Na pesquisa citada, Dilma aparece com 41% das intenções de voto. E se a eleição fosse hoje venceria todos os adversários JUNTOS. Seria reeleita em primeiro turno. E não importa a combinação que se fizer entre os prováveis candidatos de oposição.

Este cenário de hoje reflete como a população tem avaliado a sua vida e a vida do país tanto econômica, social e culturalmente. E ao contrário do que a oposição tem divulgado, as coisas vão bem dentro de um cenário econômico mundial desolador.

Tudo isso poderia levar as pessoas a suporem que tudo está maravilhoso para o lado de Dilma.

Não é isso o que se vê.

Arrisco-me a dizer que ninguém pode se deixar contaminar por algum tipo de entusiasmo precoce, pois ainda falta quase um ano para as eleições e muita coisa poderá acontecer, sim. Mas também, até lá, pouca coisa pode mudar nesses números. Há de haver sensatez nas comemorações da reconquista das intenções de votos.

Mesmo com seu bom desempenho no governo e a reconquista de seus eleitores Dilma tem, paradoxalmente, conquistado ao mesmo tempo adversário que vou reunir em dois grupos (1º e 2º). Eles são distintos na constituição, entretanto homogêneos nas finalidades.

O 1º grupo é o ideológico. É aquele composto de políticos que sempre foram de oposição e agora fortalecido por aqueles que saíram recentemente da base aliada do governo.

Uma característica que os distingue, mas não os torna antagônicos, é que os membros permanentes são opositores por ideológica e os membros que se juntaram agora são oportunistas, pura e simplesmente.

Outro aspecto que acrescento a esse grupo e que justifica o fato de ser numericamente pequeno e mesmo assim ter mais voz que todos os aliados de Dilma juntos é que tem uma aliança orgânica com os mais influentes meios de comunicação do país.

Os membros desse grupo formam a elite econômica do país apoiados por parte de certos líderes políticos. Sendo assim, classifico esse grupo como sendo “oposição-meios de comunicação”. Juntos formam um grupelho muito barulhento.

Um exemplo mais eloquente no momento é a forma como a grande imprensa antecipou como seria o leilão de Libra. Uma empresa americana abandonou o leilão e por isso ele seria um fracasso. Mas erraram feio. O leilão foi um sucesso.

O leilão do poço de petróleo do pré-sal chamado Libra trouxe mais uma vitória no campo econômico e político para o país e os dividendos eleitorais para a presidente. A oposição, incluídos aí os grandes jornais, as principais redes de TV e as grandes revistas do país, estão sem saber mais o que fazer para vencer as eleições.

Já tentaram de tudo. Já mentiram, falsearam e alarmaram, mas a farsa não tem sido aceita pelos eleitores que formam a maior parte do contingente dos trabalhadores do Brasil.

Estes não podem ser classificados como descolados da realidade posto que estão tendo as suas vidas transformadas. Qualquer um nestas condições pode perceber o que acontece consigo próprio e com os seus. Não é preciso ser um estudioso para destacar essa mudança de vida.

A grande mídia está desesperada, pois seus candidatos não emplacam no gosto do eleitor, pois nenhum deles, candidatos, foi capaz de convencer esse eleitor do contrário. E agora a grande mídia, encolerizada, adicionou mais um elemento de ataque ao governo, o catastrofismo.

O IBGE divulgou dados mostrando que o número de empregos em setembro variou apenas 0,1% para menos em relação a agosto e, também, que desde 2002 os números referentes ao mês de setembro nunca foram tão bons.

No entanto, o jornal o Globo de quinta-feira disse em manchete que “Taxa de desemprego sobe para 5,4%”. Em agosto a taxa foi de 5,3%.

Ora, a variação para menos de 0,1% dentro de um cenário ininterrupto de crescimento dos números de empregos desde 2003 é quase desprezível visto que estamos vivendo na economia aquele momento que os economistas chamam de pleno emprego. Ou seja, para trabalhadores preparados há emprego para todos.

É catastrofismo abjeto o que vem sendo utilizado de forma continuada para atacar o governo. Porém a mesma cólera de ataque não é utilizada para denunciar os políticos aliados, a barriga de aluguel da elite, o PSDB. Escolhido para gerar o pior modelo econômico para os trabalhadores, o neoliberalismo.

As denúncias de formação de quadrilha, que alguns órgãos da grande mídia chamam de cartel, na construção das linhas de metrô em São Paulo são deliberadamente escondidas.

É o chamado Trensalão, que só por causa das denúncias às autoridades brasileiras feitas pela Justiça da Suíça é que raríssimas matérias na grande mídia têm sido alvo de comentários bem zelosos. Como ela sempre faz com seus aliados e cúmplices, pois “não se abandona um amigo ferido na beira da estrada”. Se não fosse a revista Isto É as denúncias estariam restritas aos anais da Justiça. (Clique AQUI, AQUI e AQUI).

De todo modo, a realidade se confronta com os catastrofistas diariamente. Eles estavam ansiosos para que não houvesse pretendentes no leilão de Libra. Como perderam a aposta agora dizem que as regras irão mudar.

Mas a presidente Dilma reagiu duro pedindo que as fontes anônimas dos jornalões, que eles criam para justificar o seu catastrofismo, aparecessem.

Os jornalões disseram que fontes do Planalto afirmaram que novas regras estavam sendo estudadas.  Elas, as tais fontes anônimas, simplesmente não existem. São eles mesmos criando o terrorismo para o governo sair perdendo e não interessa se o país vai perder também com essa irresponsabilidade.

Pois se as regras mudarem gerará uma incerteza e consequente fuga dos investidores. É isso o que eles querem. O fracasso do governo.

O que a oposição não suporta é que o Brasil não esteja seguindo as regras do FMI. Aquele receituário neoliberal que levou a Europa e os EUA a uma das piores crises do capitalismo, a crise de 2008.

Foram essas mesmas regras que levaram nosso país a falir TRÊS vezes durante o (des)governo de Fernando Henrique Cardoso, 1995-2002, do PSDB, o presidente com os piores índices de aprovação da recente história da república.

O ódio da oposição, e estou falando da oposição que sabe porque é oposição, não me refiro à oposição bobo-útil, é esse desalinhamento com o receituário pretensamente universal de um modelo de economia que visa beneficiar apenas a elite em detrimento da miséria da maioria absoluta dos trabalhadores.

O governo espanhol enveredou o país no receituário do FMI e o afundou numa das maiores crises das últimas décadas. Resultado atual, 26% dos trabalhadores estão desempregados, abandonados, sem casa, sem comida. Algo deprimente para um país que até pouco tempo se orgulhava de sua riqueza.

26% dos trabalhadores estão desempregados e sofrendo as consequências do desemprego na Espanha. O jornal o Globo faz uma manchete porque o índice de desemprego do mês de setembro foi maior que o de agosto em torno de 0,1% no Brasil. Isso é catastrofismo, é terrorismo.

Estamos vivendo o pleno emprego. Forçosamente até os economistas do próprio FMI tiveram de admitir que o Brasil foi o país que mais gerou empregos no mundo durante a crise. E desde 2003 até hoje já foram criados cerca de 20 MILHÕES de empregos com carteira assinada.

As consequências da política econômica cujo alvo central é a maioria do povo brasileiro posta em prática a partir de 2003  divide a riqueza do país, inclusive a do petróleo, entre todos os brasileiros.

A oposição não aceita isso porque vivemos num tipo de sociedade (capitalista) criado pela burguesia e entende que é a elite que deve tomar de conta dos rumos do país e aplicar o seu modelo específico de economia. O mesmo que concentra quase toda a riqueza nas mãos daqueles que formam os 10% mais ricos do país, o modelo neoliberal.   

Os trabalhadores são vassalos, apenas. E assim devem permanecer, no modelo de economia da elite.

Ressalte-se que nem Dilma, nem eu e nem ninguém minimamente bem escolarizado defende uma revolução social, política e econômica nos dias de hoje. Eu, particularmente assumo a postura ideológica descrita por Richard Rorty como “liberal de esquerda”. 

O governo de Dilma Rousseff vai continuar alvo do catastrofismo ininterrupto da “oposição-meios de comunicação” até as eleições do próximo ano quando a maioria dos trabalhadores irá dizer que quer a continuidade do atual modelo econômico. Assim espero.

Uma vez que a maioria deles percebeu que a vida mudou muito nesses últimos dez anos. Só mesmo um completo alienado ou um execrável mal intencionado é capaz de negar. 
   
Mas estes, os execráveis mal intencionados, não fazem parte dos 10%, da elite. Apenas formam o 2º grupo. São apenas alguns que têm um nível de renda e consumo acima da maioria dos trabalhadores e estão com seus interesses particulares impedidos de se sobreporem aos da maioria.

Note-se que eu não os incorporei ao grupo da elite. E não o fiz porque não são ricos. São apenas classe média, remediados. Não são ricos e nem são pobres. Não têm a riqueza dos burgueses e nem a pobreza da maioria dos trabalhadores, são os pequeno-burgueses.

Entretanto são eles que se juntarão à oposição e aos meios de comunicação e levarão adiante o plano da pregação do catastrofismo (terrorismo) até o ano que vem. Seja na grande mídia, como já faz o 1º grupo, seja nas redes sociais, o único reduto disponível para os elementos do 2º grupo.

Vão tentar destruir o Brasil com palavras, com falsas palavras.

E do outro lado o país continuará com suas estruturas econômicas, sociais e culturais firmes e atendendo prioritariamente aos interesses e necessidades da maioria do povo brasileiro.


Deixa os egoístas, interesseiros, preconceituosos e os mal escolarizados estrebucharem até o ano que vem.



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 2013 NO IFPI - FLORIANO.



Professor Odimógenes Soares Lopes, Diretor Geral do campus, fez a abertura da SNCT 2013 no IFPI – Floriano. 


Alunos e professores assistiram a abertura e a exposição do primeiro evento.


Palestra sobre o tema “O que é Ciência” feita pelo professor Luis Filipe (centro) com a colaboração e intervenções do professor Jardel Viana (direita) e minhas também.



A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, 21 a 27 de outubro deste ano, está sendo realizada também no IFPI – Floriano com a exposição de várias atividades científicas realizadas por alunos e professores.

Dentre vários objetivos há aquele que, ao meu ver, é um dos mais importantes: despertar a consciência para a necessidade do conhecimento científico como base de nossas ações na sociedade do século XXI.

Ninguém deve ficar de fora, pois corre o risco da exclusão no mercado de trabalho.

Fotos: Facebook da professora Keyla Pimentel e Odimógenes Lopes.





IV FLORART SERÁ NA TAVERNA DO PIRATA.



No próximo sábado, 26.10.2013., acontecerá o IV Florart. Será realizado na Taverna do Pirata a partir das 20h:00.

Vamos lá, gente. É sempre bom. Não houve edição mais ou menos. Todas foram excelentes.

Os organizadores José Paraguassú, Chico Mário e Cícero Silva são mestres nessa arte.

Veja a programação abaixo.



"Programação provisória do Florart 

Dia 26/10/2013 – Taverna dos Piratas 20hs.

Entrada Franca

Abertura musical:
Delson Alves

Poesia: Jair Feitosa

Música: Braulio Luis
1 - Comentário a respeito de John (Belchior)
2 - O patrão nosso de cada dia (Secos & Molhados)
3 - Galope rasante (Zé Ramalho)
4 - Lua e flor (Oswaldo Montenegro)

Poesia: João Lira

Música: Fagner Dias da Penha
1 - Piano Andrew Liod Wber - (Liriel)
2 - Con te Partiro – (Andrea Bocelli)
3 - Olhe nos meus olhos – (Andrew Liod Wber, Versão – Emilio Santiago)
4 - You rase me Up - (Josh Groban)

Poesia: Joselia Miranda Santos

Música: Nonatinho – Violão Classico

Música: Banda T ocando Corações
Marchinhas tradicionais do carnaval.

Música: Cyntia Meire

Dança: Dennis Silva – Grupo Khadija
Dança – Espanhola Andaluzia

MANDANDO A REAL – Stand-Up Comedy

Barracas com comidas típicas

Artesanato

Contatos:
Cícero da Silva – (89) 9976-4112
Chico Mário – (89) 9911-4711
Paraguassú – (89) 3522-1114/1292 9925-4882"

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

HOJE TEM CHICO MÁRIO NA TAVERNA DO PIRATA.

 


 
TAVERNA DO PIRATA APRESENTA:
CHICO MÁRIO FEITOSA
 SOM MPB DANADO DE BOM!!!
 ATRAÇÕES:
 * Chico Mário Feitosa
* Járderson Sodré - Multinstrumentista (saxofonista, percussionista, tudoista...)
* Bohemia gelada, boêmia quente...
 * Gente bonita, porquê gente feia não existe, é só tomar pinguinha!
 
HOJE, SEXTA-FEIRA, 18 DE OUTUBRO, APÓS ÀS 22H
Couvert artístico: R$ 3,00
Local: Subindo a rua do Hospital Tibério Nunes em direção ao Educandário Sta. Joana D'arc. Mapa em anexo.
Continua a nossa campanha!
1) Tragam sorriso, alegria e a boa energia;
2) Quem tem fé vai a pé, de Bike, de Pogobol (estamos alugando) ou otimiza as caronas.
Ajudem a divulgar a Taverna que é de todos. Siga na net...
 
 



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

NOVO ISS: PENA DE MORTE ÀS SOCIEDADES.



Texto publicado originalmente nos jornais “O Dia” de 11.10.2013. e  “Diário do Povo” de 12.10.2013. e que pode ser acessado na página oficial da OAB – PI clicando AQUI.


"Novo ISS: pena de morte às sociedades

Autor:

Airton Freitas Feitosa Filho, advogado e membro da Comissão de Estudos Tributário da OAB-PI

Para que seja exercida a competência tributária, isto é, a atividade de instituir, arrecadar e fiscalizar qualquer tributo no Brasil, os legisladores dos entes federativos (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) devem observar, primeiramente, o que dispõe a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 - CRFB/88 acerca dos valores plasmados no ordenamento jurídico e que limitam a atividade legiferante. Outrossim, a CRFB/88, no art. 146, ainda dispõe que deverá ser editada uma Lei Complementar, de caráter nacional, para regulamentar os conflitos de competência entre os entes federados, as limitações à tributação e o estabelecimento das normas gerais tributárias (fatos geradores, bases de cálculo, prescrição, decadência, etc.).

Destarte, a lei ordinária federal, estadual, distrital ou municipal que institui o tributo, a sua fiscalização e a correspondente cobrança deverá reverberar seu conteúdo na Constituição Federal e na respectiva Lei Complementar do tributo em espécie. Feitas estas necessárias considerações, vamos ao caso de Teresina.

A Lei Complementar municipal n. 3.606/06 regulamentou o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISSQN (ou ISS) do Município de Teresina, dispondo sobre seus fatos geradores, os contribuintes, a base de cálculo e as alíquotas (fixas e os percentuais). Boa parte destas disposições já estavam previstas na Constituição Federal, no art. 156, na Lei Complementar n. 116/03 (nacional) e no Decreto-Lei n. 406/68, legislações de observância obrigatória pelo legislador municipal. Todavia, a Câmara de Vereadores teresinense recebeu o Projeto de Lei Complementar n. 168/2013, alterado pela emenda de 27/09/2013, no intuito de reformular a cobrança do ISS na capital piauiense. O resultado, parece-me, não cumpre com os ditames legais.

Através do projeto suso mencionado se busca cobrar o ISS das sociedades profissionais que prestem serviço na circunscrição municipal, contemplando-se na conta o profissional habilitado, sócio, empregado ou não, que preste o serviço em nome da sociedade, na modalidade apresentada é um tremendo equivoco. Deve-se obedecer a cobrança "por cabeça" de sócio, conforme preceitua a legislação.

Além disso, peca por ululante inconstitucionalidade a cobrança dos valores estabelecidos da seguinte forma (art. 119): até 20 profissionais habilitados, a sociedade deve pagar $ 550,00 mensais por profissional; de 21 a 50 profissionais habilitados, o montante sobe para R$ 650,00 mensais por profissional; com mais de 50 profissionais, o pagamento deve ser de R$ 750,00 mensais por profissional habilitado. Isso significa que todo mês uma sociedade com três advogados terá desembolsa 243,36% do valor do salário-mínimo apenas para pagar um dos inúmeros tributos a que estão sujeitas as sociedades. Significa também que ao final do ano foram pagos R$ 19.800,00, pela sociedade adrede mencionada, para não ficar inadimplente com o Município.
          
Vê-se que não foi adotada qualquer proporcionalidade na equação, pois há uma diametral diferença no capital movimentado por uma sociedade com 3 e com 20 profissionais, o que certamente prejudicará as atividades profissionais se a sistemática não for alterada. É de hialina clareza, ainda, o desconhecimento da Curva de Laffer, gráfico que serve de orientação para estabelecimento de qualquer política fiscal, já que na abscissa e na ordenada encontra-se a alíquota (carga tributária, num geral) e o valor arrecadado, sendo o resultado dos pontos cartesianos uma curva, descrevendo que quanto maior a exação, menor a arrecadação.

Malgrado tais ponderações, também não se pode olvidar que o ISS de Municípios com realidades socioeconômicas semelhantes às de Teresina andam longe de estipularem tais valores. À guisa de exemplo veja-se que em Fortaleza (CE) cobra-se das sociedades profissionais R$ 68,00 por pessoa, mensalmente, para até 20 profissionais habilitados e, para sociedades com mais de 20 profissionais o valor fixo de R$ 75,00 por profissional. O valor é dez vezes menor do que o cobrado em Teresina. Em Belo Horizonte (MG), cobra-se R$ 127,87 para as sociedades de até 5 profissionais. Já em São Luis (MA) foi estabelecido o valor fixo de R$ 210,31 por profissional habilitado. No Recife (PE) o teto da cobrança é de R$ 401,95. A OAB/PI dispõe de uma comissão de Direito Tributário e do Secretário-Geral Dr. Sebastião Rodrigues Junior, apta a auxiliar qualquer órgão público em problemas como o que está prestes a ocorrer em Teresina.

Por conseguinte, manter a atual sistemática de pseudo-arrecadação é utilizar o tributo para confiscar o patrimônio do contribuinte, vedado pela Constituição Federal (art. 150, IV), além de travar a economia local, dizimando as sociedades profissionais e impossibilitando o recolhimento pecuniário dos valores dos tributos pelo Município a longo prazo. Bons exemplos a serem estudados não faltam. Faltam apenas bom senso e espírito cívico dos nossos gestores públicos, escolhidos democraticamente com voto popular, a cada quatro anos. Importante lembrar."





sábado, 5 de outubro de 2013

MARINA SILVA, MELANCOLICAMENTE ARROGANTE.



Imagem da Internet.


Marina Silva é mesmo uma autoritária. Ao justificar sua filiação ao PSB disse que Eduardo Campos tinha viabilizado sua candidatura e que era uma prova de que não tinha sofrido uma espécie de perseguição.

Mas que com ela o mesmo não tinha acontecido. Cassaram seu direito de se candidatar. Interrompendo seu sonho. Foi o que seu discurso permitiu que se inferisse.

Seu autoritarismo se torna evidente quando em discurso deixou transparecer sub-repticiamente que foi a presidente Dilma a culpada por isso. Tanto que disse que a sua tarefa é tirar o PT do poder como fazem os messiânicos. Tudo depende dela. O país precisa dela para tomar as decisões que deve tomar.

A arrogância chega ao ponto de supor que as pessoas não têm o direito nem são capazes de fazer as suas próprias escolhas. Tem de ser aquilo que ela acha que é o certo e não o que as pessoas já decidiram fazer. Ela diz que vai concertar o país.

Mas ela deveria ser honesta consigo mesma e com seus eleitores. Deveria dizer que foi arrogante ao supor que ao tentar criar um partido teria as assinaturas necessárias em pouco tempo e que isso já seriam favas contadas.

Deixou arrogantemente para fazer em cima da hora, levando em conta o tempo necessário e contumaz para se fazer isso. Não deu tempo. E quando viu que não daria mesmo começou a jogar a culpa nos cartórios que não referendaram todas as assinaturas, e não em sua arrogância. Os donos de cartórios, segundo a sua lógica torta, seriam todos paus mandados da presidente Dilma. É mesmo muito arrogante.

Mariana Silva é de origem muito pobre. Fez-se politicamente no PT. Chegou ao senado federal numa carreira política que a projetou nacionalmente. Quando a sua imagem já estava consolidada deixou o PT e passou a negar toda a sua trajetória política ligada aos setores trabalhistas e passou a ser a candidata dos milionários (Natura e Itau).

Toda a estrutura política usada para fazer a sua projeção nacional foi negada como sendo desprezível. Porém só depois que já a tinha usado e abusado. Agora nada presta, só ela sabe fazer as coisas.

No entanto quando foi ministra do Meio Ambiente deu provas mais que evidentes de sua incompetência administrativa dentro daquilo que seria o seu mais conhecido tema de governo. Fracassou. Fracassou e foi demitida.

Quando percebeu que o PT não lhe daria a oportunidade de ser candidata a presidente, ainda durante o governo Lula, seu sonho acima de qualquer coisa, tanto que se mostrou triste no anúncio de sua filiação agora, tão triste que chegou a ser constrangedor, disse que ainda não era o fim. Seu sonho mais uma vez foi só adiado e ela disse isso com uma amargura indisfarçável.

O placar de votação dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral foi de 6 a 1. Por que Marina Silva não questionou a autonomia dos ministros? Será que são também paus mandados?

O mundo todo está errado porque está agindo contra ela e mostrando que ela não é tudo o que imagina ser. Assim ela pensa. Na verdade a sua incapacidade de fazer uma autocrítica só complementa seu pendor autoritário.

Pensou que seus quase 20 milhões de votos na última campanha para presidente lhe dariam o direito de fazer o que quisesse e do jeito que quisesse. A falta de assinaturas só mostrou que ela é apenas uma escolha sem convicção dos eleitores que não votam em Dilma e nem em Serra. Nada mais que isso.


Deu no que deu. A realidade mostrou-lhe que não é tudo isso que imagina ser. 




sexta-feira, 4 de outubro de 2013

CHESF DO PIAUÍ ANUNCIA MAIS INVESTIMENTOS.




"Para atender ao crescimento do mercado de energia e viabilizar mais investimentos nos diversos setores da economia dos Estados do Piauí e Maranhão, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco – Chesf investiu no período de 2003 a 2012 um total da ordem de R$ 413,2 milhões e estão previstos mais R$ 65,0 milhões até o fechamento do ano de 2013, totalizando cerca de R$ 478,2 milhões.

Não obstante, com o planejamento do investimento e das nos obras ora em andamento no Estado do Piauí a Chesf registra a nossa maior demanda de energia elétrica deste o dia 07/04/1970 quando a Usina Boa Esperança entrou em operação apagando, então, as velas e os lampiões das Capitais Teresina e São Luís. Chegamos às 22:10 Hs de ontem, dia 02/10/2013, à marca dos 777 MW.

Somente este ano já superamos todos os recordes. Saímos dos 712 MW às 21:02 Hs do dia 14/08/2013, passamos por 730 MW... por 731 MW... por 743 MW... por 753 MW às 21:46 Hs do dia 25/09/2013 e chegamos à marca dos 777 MW. E não vamos parar por aí! 

Contudo, na estrutura de demanda de energia elétrica do nosso Estado a classe comercial deverá manter o forte desempenho observado nos últimos anos e, com  isso, está contribuindo para a maior taxa de crescimento da demanda. Não obstante, mesmo com o alto crescimento do setor de comércio e serviços, a indústria tende a ser a classe responsável por quase metade da demanda.

Este fato retrata a trajetória de crescimento da economia nacional e está embasada tanto no aumento da demanda interna, seguindo o padrão de crescimento que  vem ocorrendo nos últimos anos, quanto na perspectiva de maior volume de investimentos necessários para sustentar esta expansão.

Por fim, as ações empresariais da Chesf e o trabalho dos seus empregados tem como objetivo primário assegurar o suprimento de energia elétrica ao nosso Estado gerando qualidade de vida e felicidade para a nossa gente!"

Teresina, PI, 03 de setembro de 2013 

Atenciosamente, 

Engº Airton Freitas Feitosa 

Gerente Regional de Operação Oeste 



terça-feira, 1 de outubro de 2013

III FLORART: BOA MÚSICA, EXCELENTE POESIA E GENTE AGRADÁVEL.





Sanfoneiro do bairro São Cristovão, João Roxo, abriu a III edição do Florart no Pesque-e-Pague. 


Banda Idiocracia foi a atração principal, ao meu ver, do Florart. Rock de qualidade e empolgação do público. 


A poetisa e jornalista Aparecida Santana construindo a história do Florart através da poesia. 


José Paraguassú, João Raimundo e Marcelo Brandão. Companhias de boa educação musical. (esq / dir).