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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

PRIMEIRA MÃO: USINAS IRÃO A LEILÃO NA SEXTA-FEIRA 17/12/2010.

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Acaba de ser dada a autorização pelo IBAMA liberando a CHESF (Companhia Hidrelétrica do São Francisco) para iniciar o leilão da construção das barragens de Cachoeira e Estreito. O leilão será realizado no Rio de Janeiro, sexta-feira 17/12/2010.
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O estudo de impacto ambiental resultou na aprovação do IBAMA aos estudos feitos conforme a legislação em vigor. O desenvolvimento de uma região como a nossa não poderia ser retardado em vista de argumentos pueris e saudosistas sem base racional ou comprovável. Venceu a razão e a política de possibilidades de crescimento para uma região bastante maltratada por tantos séculos que já até criou a mentalidade do atraso como meio de vida.
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Mas as coisas podem mudar para melhor se as mentes retrógradas se transformarem em vigilantes do progresso. Serão, essas pessoas, mais úteis se buscarem evitar os exageros e erros no que será feito. Os moradores das regiões que serão afetadas terão nas mentes retrógradas defensores de primeira grandeza se estes se transformarem em defensores dos seres humanos em primeiro lugar e da natureza em segundo lugar. Assim as pessoas serão melhor defendidas se seus direitos forem garantidos e preservados.


Aos arautos do agouro e da inveja desejo que se contorçam diante de suas palavras ressentidas. Não tenho mérito nenhum nesse processo, mas quero agora retrucar àqueles que vieram a público difamar meu irmão, AIRTON FEITOSA - Gerente Operacional da CHESF no Piauí, dizendo que era mentira dele quando o mesmo veio à imprensa contar desse grande projeto. E quero dizer que dependeu de sua influência, também, a inclusão da Usina de Cachoeira (Floriano) nessa primeira etapa das cinco usinas que serão construídas no Rio Parnaíba. Sofram ressentidos, o progresso virá, apesar de vocês.
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4 comentários:

Aristócrates Santos disse...

Prof. Jair, peço vênia para discordar da sua postura. Sei da importância das Usinas para o desenvolvimento da nação, no entanto entendo que tal visão do desenvolvimento a todo custo é a principal causa das agruras que vivemos atualmente. Sei que de nada vai adiantar meia dúzia de pessoas questionarem tal empreendimento, mas os prejuízos a longo prazo são enormes.

Falo com tanta autoridade porque sei que já há outras tantas formas de menos insidiosas se gerar energia.

Aristócrates

JAIR FEITOSA disse...

Olá Aristócrates.

Nunca defendi que o desenvolvimento fosse colocado a todo custo. Esta é uma visão cientificista que com a qual não concordo. A Ciência não pode ser utilizada como arma do medo para colher os resultados esperados. A Ciência e o progresso são ideologias e como tais podem servir a determinados objetivos. Mas elas também são conhecimentos produtivos e como tais podem nos ajudar a viver melhor.

E é dessa perspectiva que vejo como as barragens podem nos ajudar a sair do atraso secular. Não fomos capazes de outras alternativas para o desenvolvimento como indústrias, grandes empresas de mineração, grandes redes distribuidoras... e pensar em dispensar os nossos potenciais em vista de uma mentalidade pequena e submissa por causa de séculos de vida na miséria é demais.

Não sei você, mas a maioria que é contra a construção das barragens está pensando apenas nos seus interesses pessoais e em defesa equivocada da vida das pessoas que vivem nas áreas que serão afetadas.

Muitos têm um terreno ou casa nessas áreas e por terem "voz ativa" elaboraram o sofisma em defesa da natureza e outras loas mais. Quando destroem em suas terras a natureza da forma mais terrível que podem.

Outros querem que as pessoas que vivem na miséria continuem na miséria com um argumento também falacioso de defesa da cultura dos pobres. Só um bobo útil entra nessa de defender a cultura da miséria. A maioria das pessoas que vivem nessas áreas não tem documento de posse das terras. Não têm água potável, casa digna, saúde, educação... O que de bom querem preservar ao defenderem a permanência deles na situação em que se encontram com esse argumento falso?

Por serem desinformados, os defensores da miséria alheia instigam esse moradores para que resistam, mas não sabem eles, moradores, que estão defendendo, com isso, a continuidade de sua própria vida miserável.

Quando da construção da barragem de Boa Esperança houve mais vozes contrárias do que hoje. Após quase cinquenta anos não fomos capazes ainda de provar a devastação que viria com a construção da barragem. Quer dizer a visão catastrofista mais impede o desenvolvimento do que defende a natureza. Pois o desenvolvimento deve vigiado para não ocorrer o que tememos, a destruição da natureza.

A Ciência e a Técnica hoje possuem mais conhecimentos que nos tornam capazes de evitar e corrigir erros decorrentes da política de desenvolvimento.

Então, meu caro Aristócrates, não foi a pessoas como você que desferi esse petardo, foi direcionado a pessoas invejosas que não aceitam o sucesso dos outros. Meu irmão foi alvo de covardes que se escondem atrás do anonimato para caluniar e ofender. E quando ele disse que as usinas seriam construídas, lá no início dos projetos, os covardes saíram de suas tocas com seus disfarces e vieram dizer que ele estava mentindo. Escrevi a eles.

Quanto a você não vejo em que podemos discordar sobre esse assunto. Pois a sua posição não é muito diferente da minha. Só que a minha é mais exaltada, como gosto que ela seja e as vezes parece antipática. Mas sigo o compositor e cantor cearense Belchior quando diz: "Não posso cantar como convém, sem querer ferir ninguém". "Palavras são navalhas".

Um abraço e obrigado pelo comentário.

Jair Freitas Feitosa.

Anônimo disse...

Perai deixca eu me pronuncuar tambem: esse desenvolvimento ai ele so traz males a natureza, a biodiversidade fica ameaçada,e outra o silas freire falou no programa dele que tem 2 500 hc de terra la ele tava dizendo que quer saber se vai levar um bombaquim ou vai ser idenizado kkkkkkkkkkkkkkk

JAIR FEITOSA disse...

olá Anônimo.

O desenvolvimento predatório sim, não deve ser tolerado. Deve ser repudiado, concordo com você. Mas aquele que é planejado, executado e fiscalizado em vista da manutenção e preservação do máximo dos recursos naturais é bem vindo, sim.

Caso contrário seremos eternamente moradores de uma região deteriorada e pobre. Porque estão destruindo diariamente os recursos naturais derrubando árvores para fazer carvão, um tipo de energia muito mais danosa à natureza do que as barragens.

Os críticos das barragens não se importam nem um pouco com as árvores que são derrubadas para assar o pãozinho deles de cada dia. É aí que vejo as críticas apenas como uma forma de demonstrar interesses pessoais fundamentando-os nos pronunciamentos e conversas.

É como você ser convidado para uma festa e se vestir de modo apreciável e depois de tomar umas mija no meio de todos despudoradamente. Basta apontar que nas críticas há muito mais preocupações com interesses pessoais do que preocupações ambientais que as críticas se despem.

Obrigado pelo comentário.

Um abraço.

Jair Feitosa.