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sábado, 23 de maio de 2009

ADMINISTRAÇÃO INAUTÊNTICA.

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Qual a autêntica das duas garças? A da esquerda ou a da direita?
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O boneco “Joel Furacão” (outros o estão chamando de “Jorel”) é a negação da autenticidade de nossa cidade. Não a autenticidade que revela o descaso do lixo, do mato, dos buracos, mas a autenticidade que ela, cidade, possui ao garantir aos florianenses uma vida com dignidade, pouca, mas dignidade.
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Quando um povo tem garantido os princípios essenciais de sua ação práxica como liberdade, justiça, organização, educação, economia, política, isto garante o básico para a sua existência autêntica. Nós temos tudo isto – não na escala que queremos e merecemos -, mas é a base de nossas vidas. E nós temos, segundo esta proposição, uma vida autêntica.
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O boneco “Joel Buracão” nega a nossa autenticidade não pelo que ele representa (a nossa indignação frente ao descaso administrativo), mas porque revela a inautenticidade do jogo político armado através da mentira.
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A secretaria de comunicação e o prefeito pronunciam discursos mentirosos nos meios de comunicação que (a maioria deles é paga para divulgar a farsa) prontamente repetem o discurso da inautenticidade. Podem aguardar que o prefeito, nos próximos dias, vai dá várias entrevistas negando o óbvio com o discurso oco das causas naturais.
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O prefeito já começou ontem. Ele reconheceu que a cidade está abandonada, que tem uma imensa quantidade de mato, de lixo e de buracos no noticiário da TV local. O argumento para justificar todo esse descaso foi o período das chuvas.
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Esse tipo de discurso enganoso pode facilmente ser desmontado. Há inúmeras cidades do porte de Floriano que atravessam os períodos de chuvas com dignidade porque são seriamente administradas, conservadas para que não ocorram situações como as que ocorrem todo ano aqui.
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Quando o prefeito coloca a culpa na natureza ele aposta despudoradamente que todos irão engolir esse engodo. O raciocínio é esse: se a culpa é da natureza o homem pode pouco, ou quase nada contra ela. E assim todos devem aceitar que cinco anos de descaso com a cidade devem ser desculpados por causa das chuvas e não pela falta de responsabilidade administrativa.
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É esse o discurso que a secretaria de comunicação e o prefeito usarão para tornar a nossa realidade numa coisa inautêntica, falsa. É o discurso da negação da realidade que a torna falsa.
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O discurso pervertido tenta perverter a realidade atrás da máscara do “coitadinho”. Nos próximos dias o prefeito vai chorar miséria, vai chorar a natureza, só que não vai dizer que assume a sua total falta de competência para administrar a cidade. Mas ele precisa chorar, e chorar muito, pois a população já lhe disse através de pesquisa que ele é um péssimo prefeito (tarde, mas disse). JOEL é o 4º pior prefeito do Piauí.
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Ele, prefeito, vai tentar reverter o que ele é numa imagem inautêntica de vítima da situação. Mas o autêntico é que a vítima é a cidade de Floriano de sua falta de competência administrativa. Não há nada mais dramático do que tentar trocar a certeza da impunidade pelo risco do julgamento. A população vem demonstrando que não está mais disposta a aceitar o descaso do prefeito impunemente.
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sexta-feira, 22 de maio de 2009

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AIRTON FEITOSA, Gerente Operacional da CHESF no Piauí, é destaque em reportagem no Valor On Line.
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Eletrobrás anuncia resultado 88% menor no primeiro trimestre do ano
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Lucro da Eletrobrás no primeiro trimestre deste ano equivale a 0,5% de retorno sobre o patrimônio da companhia, já anualizado.
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Maior empresa do setor elétrico brasileiro, a estatal Eletrobrás registrou lucro líquido de R$ 101 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que corresponde a um lucro de R$ 0,09 por ação. O resultado é 88% menor do que o ganho registrado no mesmo período do ano passado, que foi de R$ 841,5 milhões.
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O lucro da Eletrobrás no primeiro trimestre deste ano equivale a 0,5% de retorno sobre o patrimônio da companhia, já anualizado. A estatal tem patrimônio de R$ 86 bilhões. O valor de mercado da empresa não chega nem perto disso - está em R$ 29 bilhões, tanto medido pelo valor das ações ordinárias (ON, com direito a voto) quanto preferenciais (PN, sem voto).
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Segundo a empresa, grande parte do resultado foi causado pela queda de R$ 909 milhões nos preços da energia de Itaipu, que é comercializada pela Eletrobrás. Essa variação resulta da valorização do real frente ao dólar e da queda dos dois índices de preços dos Estados Unidos que corrigem a tarifa, o "consumer goods" e o "industrial price".
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Entre as controladas, os destaques negativos ficaram com a Eletronorte, que apresentou prejuízo consolidado de R$ 157,6 milhões porém menor que os R$ 484,1 milhões no mesmo período de 2008.
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A Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE) também teve prejuízo. A perda foi de R$ 32,1 milhões, também menor que o prejuízo de R$ 70,3 milhões registrado no primeiro trimestre do ano passado.
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O melhor resultado entre as subsidiárias foi o da Chesf, que teve receita operacional líquida de R$ 1,1 bilhão e lucro de R$ 263,6 milhões. O resultado também foi menor que os R$ 491,6 milhões registrados no mesmo período de 2008.
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Furnas registrou no período receita operacional líquida de R$ 1,5 bilhão e lucro de R$ 164,7 milhões, o único entre as controladas maior que o do primeiro trimestre de 2008, quando o resultado líquido foi de apenas R$ 62,9 milhões.
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Na lanterna ficaram Eletrosul, com lucro de R$ 51,3 milhões e Eletronuclear, que reverteu prejuízo de R$ 23,9 milhões em 2008 para um lucro de R$ 18,2 milhões no primeiro trimestre deste ano.
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Considerando o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortizações (lajida), o resultado das controladas foi positivo, sendo de R$ 432,8 milhões em Furnas, R$ R$ 543,6 milhões na Chesf, R$ 217,6 milhões na Eletronorte, R$ 142,4 milhões na Eletronuclear e R$ 105,7 milhões na Eletrosul.
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As distribuidoras federalizadas continuam dando prejuízo, sendo que as únicas exceções foram a Eletroacre, com lucro de R$ 700 mil, e a Ceal, com resultado de R$ 6,97 milhões. As demais tiveram prejuízo de R$ 4,9 milhões (Boa Vista Energia), R$ 17,3 milhões (Amazonas Energia), R$ 9,2 milhões (Ceron) e R$ 12,5 milhões (Cepisa).
Parceria
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Durante as enchentes que castigaram Teresina a figura do gerente regional da Chesf, AIRTON FEITOSA foi destaque. Durante todo esse período, ele acompanhou pessoalmente as medições dos rios e tomava providências para controlar cuidadosamente a vazão da barragem de Boa Esperança.
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Informativo da CHESF com reportagem de: CLÁUDIA SCHÜFFNER .
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Valor On Line
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A ELITE ADJETIVADA - III.

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A elite tradicional quase nunca participou diretamente da luta pelo poder executivo em Floriano nos últimos 30 anos (ou pelos não venceu nenhuma). Basta a gente buscar a origem econômica dos prefeitos desse período. Coincidentemente eles passaram a fazer parte da elite econômica depois que exerceram mandatos de prefeito.
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Mas isto não quer dizer que eles sejam aceitos como integrantes da elite pelos tradicionais. Estes, além do poderio econômico, deteem o poder social e cultural além da forte influência no poder político. Os novos ricos são apenas tolerados. Apenas acomodados à nova situação econômica.
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E não existe mais ninguém da elite tradicional na equipe do JOEL? Penso que não. O que há são alguns decadentes que se sujeitaram à humilhação de aguardar horas, dias para falar com o prefeito e depois ouvir que receberiam um contrachequizinho sem ocupação nenhuma. Frustração para quem pensava que ia exercer algum poder. Satisfação para JOEL que se delicia com a submissão mensal dos decadentes que outrora lhe chamavam de "Beiçola". JOEL sorri, sorri quando termina o "beija mão".
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A elite tradicional não se submete ao "beija mão". Me lembrei de GERGE (john)WALKER BUSH (ex-presidente dos EUA) quando eleito pela primeira vez foi à Inglaterra. E ao visitar a rainha tinha que fazer um gesto de reverência se curvando, ele chegou e ficou ereto e a cumprimentou com um aperto de mão. Eu detesto esse cara, mas essa atitude foi inesquecível. JOEL gosta que se curvem, principalmente os decadentes.
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Perguntinha despretenciosa: Aquela pessoa que viaja a Teresina toda semana para comparecer às aulas de um curso de especialização, portanto assunto estritamente pessoal, usando carro, motorista, combustível, além de diárias e hospedagem em hotel de luxo tudo pago pelos florianenses, continua indo lá? E se essa pessoa resolver fazer um mestrado? Prepare seu bolso, viu?
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A ELITE ADJETIVADA - II.

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O principal atrativo para acordos políticos entre um número grande de candidatos.
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Hoje a ligação política entre JOEL e VALÉRIO não existe mais. VALÉRIO não temais cargos na prefeitura (me informaram). Seus primos se afastaram e ele já começou a sua campanha para deputado estadual em 2010. Neste ponto ele tem dito que está só (mesmo que seja entre poucos), como no domingo passado no campo da Rua 7. Se não rompeu completamente ao menos está fazendo esta pregação ao povo. Ou encenação. Por que será?
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Valeria a pena ser candidato apoiado pelo 4º pior prefeito do Piauí (segundo o Data AZ)? Valeria a pena se aventurar ao lado de JOEL por causa de cerca de 10.000 votos? O candidato sozinho, ou com outro grupo político, não conseguiria uma votação semelhante? Valeria a pena passar pelo mesmo desgaste voltando ao grupo do prefeito?
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Mais perguntas devem ser feitas para que possamos entender, diante das circunstâncias, minimamente o processo que se inicia. Se JOEL for candidato a deputado estadual? Se ele for candidato a deputado federal reeditaria a dobradinha de 2004? E se JOEL não for candidato, apoiaria um candidato de outra região se confrontando com VALÉRIO? Se JVC for candidato a governador pela oposição manteriam-se os planos já encaminhados?
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Nosoutros, se quisermos acompanhar esse processo temos que fazer essas projeções baseados nas poucas informações disponíveis mesmo que seja muito cedo para vaticinar alguma resposta mais coerente. Lembrei agora de uma frase de MILLOR FERNANDES: "Há muita coisa feia atrás de um concurso de beleza". É melhor aguardar, pois podem está fazendo jogo de cena, ou ensaiando um rompimento.
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Quanto às questões do final da postagem anterior, em resumo, podemos dizer que houve rompimento de acordo, sim - fazer trato com JOEL e não considerar a imensa propabilidade de ele não cumprir, é ser ingênuo. Os métodos utilizados na execução de "projetos" políticos não se homogeneizaram, cada um pretendia algo diferente e de modo diferente, só não sei quem reclama o quê e de quem. As projeções de futuro também não coincidiram, cada um tinha planos que as vezes implicava tomar o espaço do outro. Será que ficaram com medo de se lambuzarem perto dos que estavam morrendo de fome?
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A minha fonte sabe de muita coisa disso tudo.
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quinta-feira, 21 de maio de 2009

A ELITE ADJETIVADA.

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Simbologia para aqueles que pensam que o poder é uma coisa natural e que dele podem se apossar eternamente.
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Há uma pergunta pertinente a ser feita sobre a equipe administrativa do prefeito JOEL: por que a elite tradicional de nossa cidade, ou mesmo dois ou três filhotes dela, foi alijada dessa equipe?
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Se o leitor que não sabe como se deu o entendimento para a escolha do candidato a vice na primeira campanha do prefeito JOEL, deve observar que ele não tinha quase nenhuma alternativa além da escolha final.
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Faltavam minutos para o encerramento do prazo legal de registro das candidaturas e as conversas que levariam ao entendimento final empacavam na indecisão da família do vice em concordar com a empreitada e alguns aspectos que deveriam fazer parte do acordo.
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JOEL mandou o professor MIGUEL VIEIRA, vereador reeleito, ficar de prontidão caso o desfecho das conversações não fosse o esperado. JOEL precisava de um membro da elite tradicional na campanha com ele. Sem esse membro, penetrar nas hostes da elite seria impossível. E aos 45 minutos do segundo tempo eis que acertaram a composição da chapa que concorreu à eleição de 2004, JOEL e VALÉRIO CARVALHO.
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Desconhecido na seara política VALÉRIO começou a perceber que JOEL não é muito afeito a cumprir a palavra empenhada logo cedo, na definição dos nomes e cargos da equipe de governo. Faltou-lhe espaço, pois o guloso JOEL tratou logo de empregar desavergonhadamente a quilométrica fila dos pobres parentes sequiosos de salários e poder.
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Em seguida vieram os amigos mais íntimos, depois os que se empenharam demasiadamente na campanha. Não sobrou quase nada a ser disponibilizado para o cumprimento do acordo com o vice e outros poucos filhotes da elite tradicional.
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O vice tratou de se afastar aos poucos da equipe quando percebeu que JOEL não cumpriria o acordo como tinha sido definido anteriormente. A coisa toda começou a desandar quando os irmãos e amigos mais próximos do prefeito começaram a explicar a restrição de espaço aos filhotes da elite (sem citar o sorriso que caracteriza o comportamento do prefeito nesses momentos): “Se JOEL tivesse escolhido um poste para vice mesmo assim ele teria sido eleito. Assim não teria ninguém reclamando cargos, só lâmpadas”. Seguem-se gargalhadas humilhantes da trupe.
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A indignação assolou as relações. JOEL viu junto ao governador um jeito de aplacar os descontentamentos do vice e o lançou a candidato a deputado estadual. Mas antes que o vice se interessasse pelo projeto o prefeito já tinha conversado com o governador. Foi aí que começou a aventar a possibilidade casando-a com a aceitação do vice. Hoje ele é secretário de governo do estado e suplente de deputado.
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Mas alguns membros da elite remanesceram em dois ou três cargos de destaque na equipe até à campanha seguinte, 2008, e agora não resta mais nenhum.
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Por quê? Faniquito? A elite se afastou ou foi afastada? As práticas são por demais comprometedoras a todos que da equipe participam? Os objetivos reais no exercício do poder são incongruentes? O pacto inicial de poder foi desfeito? Foi a implementação do grande projeto político da família do prefeito chamado “A República dos Coronéis”? Os fundamentos políticos se mostram distintos? Os meios são antagônicos? Os objetivos são contrários? O “novo” a ser construído não foi digerido pela elite tradicional?
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Continuaremos amanhã, pois tentarei responder a essas perguntas e mais uma: não há mais membros da elite tradicional na equipe de jeito nenhum? E por que o adjetivo “tradicional”?
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EU, RELIGIOSO.

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Quando faço algumas colocações sobre religião aqui no Blogue algumas pessoas me detonam. São uns intolerantes, são pessoas difíceis de conviver. O que vale é o que pessam e o que pessam é a única verdade. Não passa pela cabeça desse tipo de intolerante que ele pode está errado. Mas, "recebei-nos em vossos coraçöes; a ninguém agravamos, a ninguém corrompemos, de ninguém buscamos o nosso proveito." Apenas digo a minha interpretação do mundo.
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E até mesmo "porque serei misericordioso para com suas iniquidades, e de seus pecados não me lembrarei mais." Tem um que é o mais radical. Esse elemento fala cada idiotice que fico perplexo diante de tanta parvoíce. E é porque o elemento é novo, imagino quando tiver velho, será insuportável.
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Então, o que vou fazer com esses dementes? Vou é lá na Exposição Agropecuária procurar "um certo mago, falso profeta, judeu," lá no "Bar-Jesus" pra gente conversar e tomar umas. Talvez seja mais proveitoso do que discutir com gente que pensa porque decorou algumas passagens da bíblia pode sair por aí desbancando todo mundo. Se alguém perguntar a essa gente o que significa o que diz, com certeza ela não saberá dizer. Mas mesmo assim acham que sabem. Se duvidarem, eu que sou agnóstico, sei muito mais de religião que esse demente.
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quarta-feira, 20 de maio de 2009

FRASE DO BLOGUE "FRAGMENTOS".

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Médico e fundador da Psicanálise, SIGMUND FREUD era um judeu austriáco. Nasceu em 1856 e faleceu em 1939. Visitando o Blogue www.psicosophya.blogspot.com encontrei esta pérola entre várias frases dele que estão disponíveis lá. É impagável, tanto pelo valor moral que ela carrega como pela importância e autoridade histórica do autor.
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"Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa."
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terça-feira, 19 de maio de 2009

JOEL SAIU FEIO NA "FITA".

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Pesquisa do Data AZ (http://www.portalaz.com.br/) realizada entre os dias 6 e 25 de abril, portanto, sobre os 100 dias de alguns dos principais gestores do Piauí.
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Esta pesquisa revela um dado esclarecedor para as pretensões do prefeito JOEL nas próximas eleições, 2010. Do ponto de vista político mais restrito onde se encontram os seus planos particulares a rejeição à sua administração (que chega à casa de 66,3%) é um alerta para que tente corrigir os rumos ideológicos e políticos de sua administração. Cerca de dois terços da população estão demonstrando nessa pesquisa que a sua administração é um desastre irrefutável. 1 - A constatação a olhos vistos de incompetência, descaso, é refletida através do lixo nas ruas, buracos incontáveis, mato, muito mato, obras abandonadas, obras inacabadas. Prefeito, agora dá para sentir que seu sorriso amarelo diante das críticas que a população tem feito através de vários meios está sendo levado a sério. 2- A população refletiu todo esse descaso através de números numa pesquisa que não pode ser atribuída a adversários porque não foram eles que a encomendaram.
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Do ponto de vista mais amplo, caso o prefeito não pretenda disputar um cargo em 2010, temos que analisar o que os candidatos que desejam o seu apoio aqui no município estão pensando sobre o seu potencial eletivo. Quem achava que JOEL era um cabo eleitoral incontestado e com milhares de votos a oferecer aos mais abastados, deve está agora com um pé atrás. O que o prefeito tem a oferecer a um deputado estadual, federal, governador, senador, presidente, hoje?
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Muita raiva de eleitores. Muito lixo nas ruas, buracos, mato, obras abandonadas, obras inacabadas... e esta pesquisa em que os sentimentos dos eleitores está refletindo o momento presente.
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Vamos ver se o prefeito continua se lixando para os eleitores.
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CRÔNICA DE UM DIA FELIZ NA CAPITAL.

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Recebi e-mail da pedagoga e professora VILANI VASCONCELOS. Ela morou em Floriano e trabalhou em algumas instituições educacionais. Competente, trabalhou no antigo CEFET - Floriano, UESPI - Floriano e PREMEN. Solicitou a sua transferência (do estado) para Teresina a sua terra natal, onde está trabalhando hoje. Fez concurso para o IFPI, Campus Picos, e está aguardando ser chamada para assumir. Eis um breve relato de um dos seus dias na capital. Ela está adorando a volta a Teresina, nunca vi uma pessoa tão feliz assim.
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Hoje, 18.05.09, alguém acorda cedo 05h:30min pra sair às 06h:30min de casa. Toma café, frita um ovo para colocar no pão, coisa rara esse fato. Vai alimentada para parada pegar a linda VAM, mas ela passa e dar só o desprezo.
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Essa pessoa se dirige a outro ponto de ônibus e, então, lembra da greve dos ônibus. O que consegue pegar é um ônibus de passeio, chega então à Frei Serafim. Esperando lá outro transporte para chegar ao seu Estabelecimento Educacional, eis que aparece um dalit e fala:
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- "É bom é para que tem um carro " , esse comentário deu uma "ódia" na pessoa.
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Finalmente após 3 horas , 3 horas entra num ônibus em sentido ao seu destino eis que saindo na Av. Principal do Dirceu o ônibus pára - motivo: dois carros paralelos parados dificultando a passagem do ônibus. Ouve-se uma sucessão de buzinas até que a paciência do dirigidor (essa expressão foi ouvida na manhã) acaba e a da pessoa também. O ônibus se espreme daqui, dali até quando passa e leva o retrovisor de um dos carro. A pessoa dentro do ônibus coloca a cabeça para fora e fala "Avisa para o dono que achei foi pouco". Aqui ela ja se sentia personagem do filme - Um dia de fúria.
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Depois foi só alegria pois a pessoa não parava de sorrir do dito dentro do ônibus. Assim foi a manhã na capital, ainda falta a volta. História para os próximos e-mails. Foi ótimo desabafar. A capital é só alegria. Vem pra cá vocês também, vem!
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FELICIDADES!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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segunda-feira, 18 de maio de 2009

CONHECE-SE UM CARÁTER COM PODER OU SEM PODER?

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Gosto de observar o modo de ser das pessoas. Outro dia me ocorreu de analisar um velho dito popular: "Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder". Resolvi analisá-lo de forma negativa.
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Se quiser por à prova o caráter de alguém, retire-lhe o poder. Pode observar que certas pessoas revelam mais do que são quando deixam de exercer o poder. Ou elas se mostram como verdadeiramente são exercitando todos os seus valores e fazendo críticas, ou mostram que quando exerciam o poder agiam de tal forma para permanecer no poder, apenas. Não eram eles mesmos.
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É bom exercer o poder. Mas ninguém é detentor de poder (as pessoas são investidas dele), só os fascistas pensam assim. Só os fascistas pensam que eles são insubstituíveis. Só os fascistas não assimilam a situação de terem sido destituídos do poder. Só os fascistas pensam que deveriam exercer o poder eternamente. Só os fascistas pensam que ninguém pode exercer o poder em seu lugar. Só os fascistas detestam a ausência de poder.
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Os fascistas revelam quem são quando os destituem do poder. Isso dói, dói muito, pois o caráter antidemocrático se afirma com o poder despótico. E não perdem a oportunidade de destilar os seus venenos.
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A TEORIA DA SUPERIORIDADE JUDAICA.

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A seguir dois textos para avaliação sobre assuntos diversos do Sociólogo GILBERTO DIMENSTEIN (judeu). São questões polêmicas e que por isso mesmo merecem ser discutidas.
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O JUDEU É MAIS INTELIGENTE?
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06/11/2007.
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Em entrevista à Folha, o cientista político norte-americano Charles Murray disse que a genética seria uma das explicações para a suposta inteligência superior dos judeus. Será?
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Na condição de judeu, não acredito nessa influência genética. Não é só porque, para mim, superioridade genética e barbárie se confundem na história. Mas, como alguém que trabalha com educação, acredito que exista uma cultura específica que ajude na projeção de um povo que, apesar de ter apenas 12 milhões de pessoas, tem 25% dos ganhadores do Prêmio Nobel.
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O que existe entre judeus (e não só entre eles) é uma reverência obsessiva pelo conhecimento, que vem de gerações. É o chamado povo do livro. O rabino, a pessoa mais importante da comunidade religiosa, não tem força por ser um intermediário com Deus, mas por ser um intérprete das leis, ou seja, um intelectual. Livros sagrados são feitos de perguntas.
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O ritual iniciatório do judeu não é matar um guerreiro ou passar por privações. Mas é ler um livro (a Torá). Ou seja, se quiser virar adulto terá de saber ler em pelo menos uma língua. O analfabetismo sempre foi muito baixo entre os judeus, o que assegurou uma rede de escolas.
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A educação não é vista como uma responsabilidade apenas da escola. Mas, em primeiro lugar, da família e, depois, da comunidade. Educa-se em casa, na sinagoga e também na escola. Aprende-se, portanto, todo o tempo e em todos os lugares.
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Como o judeu é o povo por mais tempo perseguido da história da humanidade, desenvolveu-se a sensação do desafio permanente. Isso se traduz na idéia de que o estudo é a melhor defesa –e também a coisa mais segura para ser carregada.
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Nessa junção dos capitais humano e social, tem-se a receita não do desempenho intelectual de um povo, mas da força divina da educação, replicável por qualquer agrupamento humano.
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CÉREBRO DE POBRE FUNCIONA PIOR?
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Neurocientistas da Universidade da Califórnia mediram a atividade cerebral de crianças pobres, submetidas a testes de lógica, em comparação com a de crianças ricas. Resultado: a região do córtex pré-frontal, relevante para solução de problemas, funciona pior entre os mais pobres --o detalhamento dessa pesquisa está no
www.dimenstein.com.br.
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Os pesquisadores comentam que o problema não é necessariamente a pobreza, mas a falta de estímulos (livros, brincadeiras, museus, exposições) que as crianças sofrem em suas casas. E, com isso, deixam de desenvolver uma área do cérebro decisiva para que prosperem na escola e, mais tarde, no trabalho. Em suma, fica comprometida a criatividade.
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A tradução dos comentários dos cientistas é a seguinte: a falta de oportunidades é comprometida, em parte, desde os primeiros anos de vida.
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Isso se traduz na importância da pré-escola, a partir das creches, como substituto à escassez da vida familiar. E também do envolvimento cada vez maior da comunidade na criação de espaços educativos dentro e fora da escola. O que, em resumo, significa o papel educativo que as cidades devem assumir.
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Não vejo obra mais importante que um governante no geral e um prefeito em particular possam assumir do que mexer no cérebro das crianças.
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Gilberto Dimenstein, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras.
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sábado, 16 de maio de 2009

EU TENHO MAIS DE DOIS MIL “AMIGOS”.

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Amigos até debaixo d'água.
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Aqueles que defendendo o prefeito de Floriano dizem que ele não deve gastar dinheiro limpando as ruas que estão cheias de lixo, mato e buracos porque estamos em período de chuvas, em verdade têm de proferir mesmo esse tipo de falácia, pois o mato, o lixo, os buracos são consequências da existência desses “amigos” do prefeito.
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É por causa (fundamentalmente) desses mais de dois mil “amigos” que existem e recebem salários da prefeitura (muitos não vão nem lá) é que a cidade está terrivelmente destruída.
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Esses “amigos” são responsáveis diretos pela situação da cidade, não por culpa completa, mas também por decisão do prefeito. Ambos são cúmplices nessa responsabilidade, e é por isso que um tem que defender o outro. O prefeito defende os “amigos” e os “amigos” defendem o prefeito. Tudo do jeito que é para ser.
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Fizeram um pacto: “Vote em mim que te empregarei na prefeitura”. Muitos até hoje esperam o cumprimento do trato. Mas devem se acalmar, pois tudo se resolverá em breve. Porém, aqueles que já conseguiram formam orgulhosamente o séqüito dos dois mil “amigos” do prefeito.
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JOEL é um homem modesto. ROBERTO CARLOS disse que quer ter um milhão de amigos, mas JOEL se contenta com seus dois mil. Aqui vai um conselho, JOEL: “Pense grande, multiplique esse número de “amigos” por quinze e assegure seu futuro político, próximo ano tem eleição. E que se lixo (ops!) lixe a cidade”.
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ROBERTO CARLOS quer ter um milhão de amigos para manter a venda de discos que tem caído a cada ano que passa, é só uma questão de lucrar com a amizade. Já JOEL vai lucrar o quê com trinta mil “amigos”?

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

BLOG NOVO.

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Encontrei um blog novo, é da Psicóloga, professora e estudante de Filosofia EVELYNE CARVALHO (http://psicosophya.blogspot.com/). Deem uma acessada para conferir. Eu vou passar a acompanhá-la para ler textos referentes à Psicologia e Filosofia. Professora vou perturbar sobre Psicologia. Um abraço.
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NOTÍCIAS SOBRE O PARNAÍBA.

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Reproduzo reportagem do portal www.cidadeverde.com sobre o comportamento do rio Parnaíba nesse período de muitas chuvas e enchentes para termos informações. "Saber para prever a fim de prover" como disse AUGUSTO COMTE.
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Enquanto o volume do rio Poti chegou a diminuir mais um metro no último sábado, o rio Parnaíba não para de subir. O último relatório divulgado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf - neste domingo (10) confirma as previsões de que o nível em Teresina deve ficar 15 centímetros abaixo da cota de restrição que, se atingida, significaria o alagamento da avenida Maranhão, no Centro da cidade.
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Para completar, o volume de água na barragem Boa Esperança não cede, mesmo com todas as comportas abertas. No sábado, a vazão que chegava no reservatório era de 1.631 metros cúbicos por segundo, número que passou para 1.718 m³/s. Mesmo liberando 1.800 m³/s durante todo o dia, a Chesf não conseguiu fazer com que a capacidade do reservatório ficasse abaixo de 98%, o que indica que a vazão liberada deve continuar alta nas próximas horas.
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"Ao longo dos 40 anos de trabalho da Chesf, não temos histórico de em pleno mês de maio estarmos com uma vazão tão alta como essa. E continua chovendo bastante em Ribeiro Gonçalves, Benedito Leite/MA, Alto Parnaíba/MA. É uma situação atípica", disse o gerente regional de operação da Chesf, AIRTON FEITOSA, que espera ver confirmada a previsão do tempo. "Há indicativo de chuva durante a semana, mas com intensidade reduzida", afirmou.
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Às 11h30min de hoje, o rio Parnaíba atingiu a cota de 6,41m em Teresina, sendo 6,7m a prevista para ainda hoje e 6,85m a de restrição. Na prática, se mantida a vazão liberada em Boa Esperança, não há previsão desse nível diminuir nos próximos dias, e o risco de uma nova enchente na capital se dá em caso de aumento do volume dos afluentes após a barragem, o que torna a situação preocupante no baixo Parnaíba, que ainda recebe muita água do Poti e Longá.
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A notícia positiva vem de outros afluentes do Parnaíba após a barragem. A vazão dos rios Canindé e Gurguéia, sobre os quais a Chesf não tem controle, continuam a baixar. O primeiro, em Francisco Aires, baixou meio metro em seu nível somente ontem. O segundo, em Jerumenha, chegou a subir 40cm, mas começou a perder volume no mesmo dia, e não dá indícios de que contribuirá de forma significativa para o volume do Velho Monge.
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FÁBIO LIMA.
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"A BÍBLIA NÃO TEM INSPIRAÇÃO DIVINA".

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Em entrevista à ÉPOCA, BART EHRMAN, professor de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, EUA, fala sobre seu novo livro, no qual debate as contradições dos evangelhos. Reportagem de JOSÉ ANTONIO LIMA em 05/05/2009. O entrevistado disse que apenas oito dos 27 livros no Novo Testamento foram escritos pelos autores aos quais são atribuídos. Ele se tornou polêmico num país marcadamente fundamentalista como os Estados Unidos. Meu objetivo é possibilitar um olhar diferente sobre temas recorrentes como a religião.
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O americano Bart Ehrman cresceu em uma família religiosa e, quando adolescente, havia se tornado um evangélico fervoroso. O interesse pela Bíblia e por sua história o acompanhou a vida toda e hoje, após 35 anos de estudo, diz ter abandonado o Cristianismo por não acreditar que Deus poderia estar no “comando de um mundo cheio de dor e sofrimento”. Professor de estudos religiosos na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, Ehrman já escreveu 21 livros sobre religião, incluindo Verdade e Ficção em O Código Da Vinci, sobre o best-seller de Dan Brown, e O que Jesus Disse? O que Jesus Não Disse? – Quem mudou a Bíblia e por quê, que figurou entre os mais vendidos na lista do jornal The New York Times. Agora, em Jesus, Interrupted (ainda sem tradução), que será lançado no Brasil no segundo semestre, Ehrman tenta revelar as contradições da Bíblia, que provam, segundo ele, que o livro não foi enviado à humanidade por Deus.
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ÉPOCA – De um tempo para cá temos visto um crescimento do número de títulos com críticas às religiões. O que está motivando os leitores?
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Bart Ehrman – Há uma reação contra a direita conservadora do mundo religioso. Aqui nos Estados Unidos há vários líderes desse tipo que tiveram muita atenção da mídia por muito tempo, e as pessoas que estão do lado esquerdo deste espectro começaram a se incomodar. Muitos desses livros escritos por essas pessoas chamadas de "neo-ateístas" são uma representação deste movimento.
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ÉPOCA – Alguns dos principais representantes do "neo-ateísmo" são Sam Harris e Richard Dawkins. Em um artigo recente da revista Time, o senhor reconheceu que compartilha leitores com eles. Mas o senhor se considera parte deste movimento?
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Ehrman – Não me considero um ateu e não acho que estou fazendo a mesma coisa que esses autores. Eles têm feito coisas boas, mas estão atacando a religião sem conhecer muito. Quando eu escrevo, faço isso como alguém que já esteve profundamente envolvido com a Cristandade, mas que agora a rejeitou. Por isso, a minha perspectiva é completamente diferente.
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ÉPOCA – O que fez o senhor passar de um fiel cristão a um “agnóstico feliz”?
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Ehrman – Fui criado na Igreja Protestante e fui um cristão muito ativo por vários anos. Mas eu deixei a cristandade não por conta dos meus estudos históricos sobre a Bíblia, mas por não conseguir mais acreditar que poderia haver um deus no comando deste mundo cheio de dor e sofrimento.
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ÉPOCA – Qual é o motivo de o livro se chamar Jesus, Interrupted [em tradução livre: Jesus, interrompido]? Quando e como ele foi interrompido?
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Ehrman – O título significa que há inúmeras vozes diferentes falando no Novo Testamento. São autores diferentes, que possuem pontos de vista diferentes e que, muitas vezes, são conflitantes. Com tantas vozes assim falando no mesmo livro, muitas vezes é impossível escutar a voz do Jesus histórico, porque ele foi interrompido por outras pessoas.
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ÉPOCA – E é possível definir qual é a maior contradição da Bíblia?
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Ehrman – São muitas discrepâncias, mas é possível destacar duas. O apóstolo Paulo, por exemplo, acha que a pessoa chega a Deus apenas pela fé, e não pelo que faz. No capítulo 24 de Mateus, no entanto, nós lemos que boas ações levam ao reino dos céus. Essas duas visões são excludentes em um assunto determinante, que é a salvação. Também há visões diferentes sobre quem era Jesus. No evangelho de João, Jesus é Deus, mas nos textos atribuídos a Marcos, Mateus e Lucas não há nada sobre isso. No evangelho de Mateus fica claro que ele acredita que Jesus é um ser humano, e que é o Messias. A Igreja acabou juntando essas duas visões, de que ele é humano e divino, e criou um conceito que não está escrito nem em João e nem em Mateus.
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ÉPOCA – O senhor acha que essas discrepâncias fazem da Bíblia uma história falsa?
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Ehrman – Eu diria que os diferentes autores da Bíblia têm versões diferentes da história e por isso é errado tentar fazer com que eles digam a mesma coisa. Há muitos erros na Bíblia e, mais importante que isso, há diferentes pontos de vista teológicos e isso precisa ser reconhecido.
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ÉPOCA – Desde quando a Bíblia começou a ser questionada? De que maneira isso enfraquece a Cristandade?
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Ehrman – As pessoas só começaram a notar essas diferenças na época do Iluminismo, no século XVIII. Antes disso, os estudiosos da Bíblia eram teologicamente comprometidos com ela e não imaginavam que poderia haver erros. Essas descobertas são problemáticas especialmente para quem acredita que a Bíblia foi entregue a nós diretamente por Deus. Se isso ocorreu, por que não temos a Bíblia original? Por que temos apenas manuscritos escritos mais tarde e que não são iguais? Essas diferenças mostram que não existe um livro com inspiração divina que foi entregue a nós.
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ÉPOCA – E como isso afeta especificamente a Igreja Católica?
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Ehrman – Existem estudiosos na Igreja Católica que concordam com quase tudo o que está escrito em Jesus, Interrupted. Mas na tradição católica a fé nunca foi sobre a Bíblia, mas sobre os ensinamentos da Igreja e sobre acreditar que Jesus é o filho de Deus. E isso não muda se a pessoa perceber ou não os erros da Bíblia. É bem diferente do fundamentalismo cristão que é tão poderoso onde eu vivo, no sul dos Estados Unidos. Aqui as pessoas acham que você só poder ser cristão se acreditar totalmente na Bíblia.
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ÉPOCA – Alguns críticos do seu trabalho, especialmente o líder evangélico James White, dizem que você quer destruir a fé cristã. O que você acha disso?
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Ehrman – Estou tentando destruir o tipo de fé cristã de James White! (risos). Mas na verdade nada que eu faça pode destruir o Cristianismo. O problema é que há um certo tipo de fé cristã que diz que a Bíblia não tem erros e é infalível, e eu não concordo com isso. Eu não sou o único que pensa assim. As opiniões que estão descritas no meu livro são as mesmas da maioria dos estudiosos da Bíblia há muitas e muitas décadas, mas eles não costumam falar disso em público. Meu livro apenas pega o que os estudiosos dizem há muito tempo e torna disponível para os leitores normais.
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ÉPOCA – Você recebeu muitas críticas de leitores por conta do livro?
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Ehrman – Recebi e-mails de pessoas bravas e sei que na internet há muita gente contrariada. Dizem que quero destruir sua fé, que sou o anti-Cristo. Mas a maior parte dos que escreve ficou grata pelo livro e feliz por eu ter dito essas coisas, já que suspeitavam desses erros, mas não tinham base teológica para questionar a Bíblia.
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CRENÇA É CRENÇA.

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Recebi esta "conversa" entre dois sujeitos com crenças diferentes. Vejam só:
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Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
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Ele se vira para o chinês e pergunta:
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- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
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E o chinês responde:
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- Sim, e geralmente na mesma hora em que o seu vem cheirar as flores!!!
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O PODER DE SUNGA - II.

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A postagem anterior deu o que falar. Muita gente me perguntando quem é o elemento, se vou dizer o nome dele aqui, se posso falar em off... O que posso antecipar é que para pessoas de minha absoluta confiança já disse quem é o irresponsável, mas aqui só nas condições estabelecidas anteriormente. Quero também dizer que o elemento não é parente do prefeito (só se se levar em consideração que aqueles que orbitam em torno dele possam ser considerados seus filhos ideológicos), pois não o é em laços de consanguinidade. A cor da sunga é relativa aos laços políticos entre ambos.
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Vejam com isso um exemplo do que estava querendo dizer quando alertei para as consequências do ato de blindagem do prefeito em nível federal, estadual e municipal. Quando resolveram fazer a blindagem contra qualquer tipo de denúncia nas esferas da justiça sobre o prefeito, estavam blindando também todos aqueles que fazem parte de seu staff. O elemento que falei aqui anda de carro pelas ruas falando ao celular, passa em sinal vermelho, para em cima das faixas de pedestres... porque ele tem certeza que nada acontecerá. Eu mesmo já o vi cruzando sinal vermelho na esquina da Getúlio Vargas com a Silva Jardim. São comportamentos como esses gerados pela percepção de impunidade gerada pela falta de ação e coibição por quem de direito que temos que combater naqueles que estão investidos de poder em Floriano e em qualquer outro lugar. Qual será a próxima desse elemento?
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quinta-feira, 14 de maio de 2009

O PODER DE SUNGA.

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Há poucos dias fui informado por um leitor do meu Blogue - ele pediu para não ser identificado até “pelo amor de Deus” – que um elemento que está investido de poder político em Floriano estava num ambiente de beleza natural que fica nas proximidades da Penitenciária Vereda Grande acompanhado de uma garota de programa que “aparentava ter em torno de 14 ou 15 anos”.
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Esse ambiente natural de lazer é um local para onde alguns florianenses vão com seus familiares para se divertirem tomando banho e confraternizando-se. O fato se deu num desses vários feriados prolongados que ocorreram recentemente. Eu não conheço o lugar, mas dizem que é bastante aprazível. E nesse lugar o elemento, visivelmente alcoolizado e vestido em trajes de banho, desfilava desafiadoramente, segurado à mão da garota, constrangendo as famílias ali presentes, pois todo mundo que o conhece sabe que é casado com outra pessoa.
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Mas esse mesmo relato já havia sido feito a mim por outra pessoa numa situação menos sigilosa há cerca de um mês. Num primeiro momento resolvi não publicar a história porque imaginei que já era de domínio público, e mesmo o primeiro leitor não me autorizou a publicação. Agora, com esse novo relato da mesma história, e com os mesmos detalhes, feito por outra pessoa, resolvi publicá-la. Até mesmo porque, segundo também me relataram, outras tantas pessoas investidas de poder já estão sabendo, mas por algum motivo desconhecido embrenharam-se num silêncio obsequioso – quem sabe rabo preso ou a mediocridade do medo.
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Eu não amo a nenhum deus, mas a minha ética e o compromisso que assumi com as pessoas que me passam informações sob a condição do sigilo da fonte e amparado na constituição do Brasil me limito aqui e alhures a revelar os fatos e não quem os revelou.
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Quanto ao nome do elemento na hora que alguém, que esteve lá e tenha registrado o fato, quiser me enviar as fotos eu as publicarei na hora. Mas acredito que seja difícil que alguém me envie tais fotos por causa da arrogância e do sentimento de impunidade que caracteriza o comportamento de tal elemento. Relataram-me que o mesmo costuma dizer que com muita estridência que quem se meter com a vida dele irá se ver “com um 38 cheio de balas” que carrega na cintura. Será que um elemento dessa envergadura psicológica e moral tem porte de arma?
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Palavra franqueada a quem de direito.
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quarta-feira, 13 de maio de 2009

PALAVRAS SINCERAS E HONESTAS.

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Texto de autoria do Filósofo PAULO GHIRALDELLI. O professor Msc EVERARDO LUZ me enviou e agora publico aqui no Blogue. Muitos pedagogos não irão entender a mensagem, mas mesmo assim está aí.
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O CURSO DE PEDAGOGIA NO CENTRO DAS MEDIDAS ATUAIS
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Santarém é um lugar lindo. Fica no Pará, no meio da mata e na beira do rio Tapajós. Lá existem várias faculdades. Na que eu estive, a ULBRA, fui bem recebido. E comi peixe com professoras amigas - gente boníssima e inteligente. A maioria dos que assistiram a minha palestra entendeu o recado. Mas, como em todo lugar há os que não gostam de ouvir verdades, houve os que não gostaram. Para alguns, minhas críticas à formação do pedagogo, doem demais. Eu insisto em falar aos recalcitrantes. Estes são os que não querem ouvir o que todo mundo sabe: pedagogo tem má fama. Agora, a má fama é justa ou não?
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Qual a razão de pedagogo ter má fama? Qual a razão dos pedagogos serem tomados por seus colegas de ciências humanas como “menos preparados”? Afinal, há historiador, filósofo, antropólogo, sociólogo e muitos outros que poderiam ser chamados de “despreparados” ou, mais grosseiramente, de “imbecis”, não é verdade? Todavia, mesmo quando algum deles se sai mal, não é o grupo todo que sofre. O grupo não paga pelas bobagens do indivíduo. No caso da moça que fez pedagogia, não é assim. Basta a pedagoga fazer algo errado e há o coro: “só podia mesmo ser pedagoga”. A pedagogia é vista como a ovelha negra da família das Humanidades ou das Licenciaturas. O que há de concreto nisso? É conceito ou preconceito?
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Há algo de concreto nisso. Pode parecer preconceito. Pode ser preconceito em alguns. Mas é o conceito que é o alimento. E vou explicar aqui, novamente, aquilo que expliquei em Santarém.
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Quando um professor de história não sabe matemática, mesmo a de colégio, ele é perdoado. Quando um sociólogo não sabe biologia, mesmo que o que se cobre dele sejam noções básicas, ele não é criticado. Quando um filósofo não sabe química para iniciantes, isso é visto como normal. Mas um pedagogo que não sabe o conteúdo das disciplinas ensinadas na escola de nível médio, ele não passa desapercebido. Ele é visto como um profissional que não poderia exercer a profissão que exerce. E isso por que ele é o diplomata do trabalho educacional. Isto é, ao menos em tese, ele é aquele que, entre outras coisas, estabelece as relações entre os professores e o saber escolar envolto em técnicas didáticas, relações que estarão por eles direcionadas para objetivos filosóficos e sociais. Ele estabelece contato efetivo entre esses elementos, garantindo que a relação ensino-aprendizagem aconteça de modo ótimo, exatamente na medida em que sua atuação diplomática não falha. Ora, para que a ação diplomática não falhe é necessário que o diplomata conheça as partes que estão se relacionando - muito bem. Como fazer a diplomacia entre chineses e americanos se não se conhece bem o modo de vida e a cultura de chineses e americanos? Como que o pedagogo pode estabelecer relações entre o saber e o professor, criticando e propondo técnicas de ensino para este, de modo que a relação ensino-aprendizagem ocorra, se ele é um ignorante naquele conteúdo específico que é a atividade do professor que ele critica, e para o qual quer propor novas técnicas? Como ele pode querer propor objetivos filosóficos e sociais para o professor se ele desconhece o modo que o professor leva adiante sua aula, já que não sabe em que implica o conteúdo com o qual professor lida?
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O que digo é que o pedagogo não pode querer melhorar a relação ensino-aprendizagem na escola, ou em qualquer outro lugar - sendo que esta é sua mais importante tarefa - se ele próprio não entende a dinâmica dos conteúdos que estão nutrindo a relação ensino-aprendizagem. E tais conteúdos são “a matéria”, aquilo que preenche a “disciplina”. O pedagogo pode chegar na sala do professor e dizer: “olha, meu amigo professor, penso que você esta se esquecendo de que 40% dessa turma não está aprendendo biologia, que é a sua disciplina - você já reparou nisso?”. O professor pode retrucar: “sim, já reparei, mas e daí? Eu ensino, eu tenho paciência, eu explico mil vezes, mas há os que não aprendem”. Como que o pedagogo poderia, nesse caso, sugerir uma técnica de ensino de biologia, sem ele próprio dominar o conteúdo de biologia da escola média, pela qual ele passou? Seria possível? Creio que não. E o professor de biologia, criticado, também acredita que não. E é nessa hora que recai nas costas do pedagogo a fama de “despreparado” ou mesmo de “inculto”.
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Mas o pedagogo, atualmente, não atua só no âmbito da orientação educacional, supervisão escolar e direção escolar. Ele, agora, bem mais do que no passado mais longínquo ou recente, é o principal candidato a assumir a condição de “professor em sala de aula” nas séries iniciais da escola de nível fundamental. Então, pior ainda, pois parece que nessa situação ele está ainda mais sujeito a ficar na berlinda. Eu argumento por isso abaixo.
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A normalista que não tinha o nível superior, nos anos cinqüenta e sessenta, e que era responsável pela alfabetização, ensino de matemática e aritmética, ensino de ciências e humanidades e outras coisas, jamais pensava que era possível ela ter técnicas sem, antes, dominar os próprios conteúdos ensinados. Hoje, o pedagogo que chega à sala de aula para fazer o trabalho que foi feito pela normalista no passado, está informado por psicopedagogias de todo tipo e estudou metodologia da matemática, metodologia do ensino de língua, etc. No entanto, ele próprio tem dificuldade de dividir números com casas decimais, jamais conseguiu extrair uma raiz quadrada, é péssimo em gramática e não consegue fazer uma redação correta. E olhe lá se não confunde o “fim do tráfico negreiro” com a “abolição da escravatura”, como confundia uma professora de História da Educação da Faculdade de Educação da USP, que deu aulas para minha esposa, Francielle (recentemente)[1]. Como podem ensinar? Podem se esconder em um pseudo-saber dado nos cursos de pedagogia? Podem ficar agachados atrás do biombo do título “curso superior”?
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O que fazer, quando se é um estudante do curso de pedagogia ou mesmo alguém já formado? Assumir o título de “despreparado” ou “incompetente” ou ter vergonha e orgulho próprio e, então, dizer para si mesmo: “fiz a escola de modo descuidado, mas não vou ficar assim, não vou pegar meu diploma de pedagogia e ser um professor ridículo, vítima de chacota, vou aprender o que não aprendi, para então discutir as metodologias que tenho de discutir”. Sim - é assim que se fala. Todavia, os covardes, os eternos derrotados que, enfim, não conseguem assumir a responsabilidade de serem bons professores por si mesmos, vão ficar revoltados comigo por eu falar a verdade, aquilo que todos sabem, mas que poucos dizem. Estes, os que ficam revoltados comigo, infelizmente terão apoio para continuarem assim, isto é, com professores ruins. Serão apoiados por boa parte dos que escrevem sobre educação no Brasil. E isso por dois motivos.
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1) Hoje, a “onda” na área de educação são os autores de “auto-ajuda”. Chalitas, Augusto Curys e Içami Tibas se transformaram em “filósofos da educação” e, a preço de ouro, fazem um discurso vazio que já domina até mesmo cursos de pós-graduação em educação em nosso país. Essa gente é pior que Paulo Coelho. E logo, se continuarmos assim como estamos, vamos ver a “Super Nani” dirigindo os cursos de pós-graduação em educação e, ao final de algum tempo, ela será a coordenadora da área de Educação da CAPES. Estes, os escritores de auto-ajuda (principalmente os que se meteram no campo educacional), em geral são pessoas que eram profissionais liberais e, então, fracassando como tal, fecharam seus consultórios e apelaram para o “mercado de palestras” e de “livros fáceis”. Nunca foram professores para valer. Nunca se dedicaram à carreira em educação, em pesquisa e ensino, seriamente. Ora, essa gente, mesmo que estivesse interessada em melhoria da educação, não saberia o que dizer de concreto e útil, muito menos saberia o que dizer a respeito dos cursos de pedagogia.
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2) Mas e os autores da minha geração, que não foram por essa via, poderiam fazer diferente? Eles podem me acompanhar nas críticas à formação do pedagogo? Vários deles, em conversas reservadas, concordam comigo. Mas não falam isso publicamente. Os autores da minha geração, ao menos aquela que, em educação, fez o programa de Filosofia e História da Educação da PUC-SP entre o final dos anos setenta e início dos anos oitenta, será que teriam coragem de agir radicalmente diferente dos que têm a fala vazia, e então fazer coro com a crítica que levo adiante? É difícil dizer sim. Eles temem um tipo não saudável de corporativismo dos pedagogos. E, então, por omissão, até o alimentam. Consciente ou inconscientemente, há o temor de “ficar queimado” diante de um grupo que sempre os convida para palestras e que, afinal, adotam aqui e ali seus livros. Quando criticam, o fazem de modo muito superficial. Pois qualquer crítica ao curso de pedagogia é lida pelos pedagogos corporativistas e pouco corajosos como sendo uma tentativa de fechar o curso ou de diminuir os pedagogos. Os corporativistas da pedagogia não percebem que minha intenção é justamente o contrário. Às vezes percebem, todavia, seguir a minha sugestão envolve ter de ser responsável com os estudos. Nem todos querem essa via.
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É com esse corporativismo que não compactuo. Não posso pensar o bem do meu país e, ao mesmo tempo, compactuar com isso. Pois sei bem que o curso de pedagogia, como ele ocorre em nossa sociedade atualmente, não prepara bem os pedagogos. Não lhes dá uma formação rival daquela formação que a normalista, sem curso superior, tinha nos anos cinqüenta e sessenta. Como está, tais cursos não formarão o pedagogo como diplomata do trabalho educacional e também não o formarão professor.
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Pois bem, e o que isso implica para o país? Implica na derrota de sonhos recentes que, a meu ver, não poderiam virar derrotas. Pois se virarem derrotas, não saberemos mais o que fazer. Se não tivermos professores das séries iniciais de nossa escola capazes de ensinar bem, como fazia a normalista dos anos cinqüenta e sessenta, não haverá política educacional que resolva nosso problema crônico em educação. O Fundeb é algo que conquistamos e não é pouca coisa. O Plano de Desenvolvimento da Educação (o PDE) tem medidas interessantíssimas que poderão nos fazer dar um enorme salto na educação. Mas esses dois elementos de política educacional estão com pés de barro. Pois não há no Brasil uma escola capaz de formar bem o professor das series iniciais. A professora da “escola de ler, escrever e contar”, que alfabetizou todos nós que estamos entre os quarenta e cinco e sessenta anos, não existe mais na ativa - e não temos escolas para repor esse tipo de professor em nosso meio. Os que são responsáveis pelos cursos de pedagogia não percebem, ou não querem perceber, que quem se matricula nesses cursos fez poucos pontos no vestibular, isso de um modo que pode comprometer o curso, até inviabilizá-lo. Não raro, são estudantes que mostram que não sabem as matérias da escola média, talvez nem mesmo as matérias dos oito anos iniciais do ensino básico. Como serão professores? Não há um modo de, em trabalho de emergência, melhorar isso? E não há um modo de, no futuro próximo, fazer o curso de pedagogia lembrar o aluno, de maneira forte, que ele precisa saber matemática, português, história, etc., em seu nível básico, pois não poderá ser um bom articulador de didáticas gerais se não for um bom articulador de didáticas específicas? Aliás, nem mesmo um bom crítico educacional ele poderá ser se não puder entender o que ocorre em sala de aula no contexto mais específico da aprendizagem, ou seja, no contexto do ensino mesmo da “matéria” de cada “disciplina”.
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O PDE erra quando se dirige ao ensino a distância para formar professores ou quando força nossa imaginação na direção da “federalização da educação” sem nos munir de uma escola de formação de professores. O PDE não poderá dar certo se, antes de tudo, não for capaz de recriar uma escola de formação de professores. Essa escola pode ser o curso de pedagogia? Pode e deve ser, na atual circunstância. Mas não só. Seria necessário recriar no próprio ensino médio a escola normal. E dar condições para as que sobreviveram, as que conseguiram escapar da leitura errada e maligna que grupos pouco honestos fizeram da LDB de 1996.[2] É necessário recriar algo como foi o CEFAM no Estado de São Paulo, no final dos anos oitenta. E para que tal se sustente, seria interessante abrir um mercado de trabalho para a professora ou professor de tal curso. Como fazer isso? Simples: agora, que ampliamos o ensino obrigatório para nove anos, seria o momento ideal para fazermos isso; pois poderíamos colocar o formado na escola normal de nível médio para se responsabilizar pelas crianças de seis anos, que agora irão para a escola.
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Em suma, eis que nos falta pensar seriamente: primeiro, o Fundeb e o PDE não darão frutos sem uma atenção ao curso de pedagogia, em especial vendo como é possível que esse curso recupere a falta de conhecimento das disciplinas essenciais do ensino médio; segundo, também não poderão dar os frutos esperados sem recriarmos a Escola Normal de nível médio, colocando-a como aquela instituição que deverá formar os professores do que até bem pouco tempo chamávamos de “pré-escola”.
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[1] Francielle nasceu em Ibitinga em 1985. Fez o curso normal. Sempre estudou em escola pública, no interior de São Paulo. Prestou o vestibular na USP, para pedagogia, e passou. Não conseguiu suportar a mediocridade do curso, e então saiu da USP e foi fazer filosofia no Mackenzie. Vi vários outros bons alunos, bons estudantes, largarem o curso de pedagogia, desencantados.
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[2] O caso mais criminoso desse fase, entre vários que vi, foi o da UNESP. Alguns grupos de professores da UNESP, comandados por um reitor de pouco escrúpulo, criaram o “pedagogia cidadã”. Leram a LDBN como se esta mandasse fechar a escola normal de nível médio (na verdade, a LDBN garantia e garante a existência de tal escola), para poderem criar cursos de pedagogia aligeirados, que iriam formar os professores todos (que já eram formados - eram normalistas!) do Brasil.
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PAULO GHIRALDELLI JR.
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Filósofo e Educador.
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terça-feira, 12 de maio de 2009

EU TAMBÉM QUERO TER UMA IGREJA.

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A instituição igreja está sendo banalizada mesmo. Está, aos poucos, perdendo alguma credibilidade que lhe resta. Há cada indivíduo que se diz escolhido por Deus e, portanto, autorizado a fundar uma igreja que não vejo por que não criar a minha também. Vou entrar na onda, sim. Já venho conversando com algumas pessoas há algum tempo e agora encontrei mais um incentivo para criar a minha própria igreja.
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Na minha igreja não haverá deus nenhum. Não haverá santo nenhum. Não haverá céu. Não haverá inferno. Não haverá cão, demônio, satanás, cramulhão. Não haverá almas. Não haverá bíblia. Não haverá vida eterna. Não haverá pecado. Não haverá, enfim, nenhum ser ou entidade metafísicos. Tudo será real, concreto. Cada um fará o que quiser, quando quiser, com quem quiser, do jeito que quiser. Cada um será responsável pelo que fizer. E a moral será baseada em critérios estritamente racionais. Haverá punição a quem infringir as regras morais acordadas entre todos os participantes.
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Cobrarei uma taxa de adesão no valor de R$ 50,00. Mais uma mensalidade de R$ 15,00 para custeio das instalações e outras coisinhas mais. E aqui e acolá é que pedirei uma contribuiçãozinha aos integrantes para me ajudarem a comprar um sitiozinho nos arredores da cidade para meu uso exclusivo, além, é claro de uma caminhonete, pois ninguém é de ferro.
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Depois darei mais detalhes sobre a minha igreja cuja sigla é I.C.D.F.H. (Igreja da Construção Diária da Felicidade Humana). Aqueles que se interessarem, preparem os bolsos porque vou botar pra lascar. (A diferença de outros tantos donos de igreja que tem por aí é que estou avisando logo).
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POBRE CIDADE - II.

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Olha o prefeito de Floriano preocupado com a reação da população com seu descaso com a cidade. Ele está se lixando para o povo.
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Hoje cedo me surpreendi quando ia trabalhar e vi alguns homens roçando o acostamento da BR 343. Não entendi, no momento, nada. Pois isto é um fato que só acontece uma vez ao ano. Então, percebi que é por causa da "Exposição Agropecuária". Todo ano é isto. Como a cidade recebe muitos visitantes para esse evento, então, para fazer uma média, o prefeito manda roçar.
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Mas a cidade, de resto, está um matagal só. E o prefeito, como na foto, fica sorrindo das críticas que a população está fazendo. Ele está se lixando para o povo.
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POBRE CIDADE.

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Visitando a página www.olhandofloriano.com.br encontrei estas lamentáveis fotos do antigo aterro sanitário de Floriano que também é notícia na página www.noticiasdefloriano.com.br. Nos textos que legendam as imagens o autor da página afirma que o aterro está abandonado. Isto revela o descaso da atual administração com a saúde pública de nossa cidade. Isto porque os urubus que lá habitam também voam em nossa cidade implicando a possibilidade de transmissão de doenças por vários meios. O aterro que serviria para enterrar o lixo de forma selecionada se transformou, na verdade, num lixão. Que situação! Que descaso! Que falta de responsabilidade com a coisa pública! Que despreparo! Que incompetência!
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Quem quiser pode observar a denúncia no endereço citado e ficar chocado também. O autor da página (já descobri quem é) que publica a página pergunta pelo Ministério Público, pelos Vereadores, pelo IBAMA, pela Secretaria do Meio Ambiente... Tá todo mundo calado. Aproveito para perguntar pelo matadouro. É lamentável, mas essa administração não aprende nunca. Ela vai terminar melancolicamente. Mas o melhor de tudo é que tanta falta de responsabilidade está ficando gravada na mente dos cidadãos a cada denúncia desse tipo. E lá vai ficar melancolicamente como ficaram os ex-prefeitos de Floriano. O fim político deste não será diferente. Aproveita, prefeito.
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